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Museu da Justiça volta a ser palco de júri simulado por alunos e operadores do Direito

O histórico plenário do antigo Tribunal do Júri do Rio, hoje integrado ao Museu da Justiça, voltará  a ser palco de um "julgamento". Amanhã (28/6), e também na quarta-feira (29/6) ,  estudantes de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) participam de júri simulado exercendo os papéis de acusação e defesa. No banco dos réus,  "O caso dos denunciantes invejosos", de autoria do professor estadunidense Lon  Luvois Fuller, responsável pela cátedra de Teoria do Direito da  Universidade de Harvard (EUA), entre 1940 e 1972.  O texto exalta denunciantes que, movidos por inveja,  se aproveitaram de um regime opressor para perseguir desafetos que acabavam condenados com penas de prisão e de morte. E a grande questão do embate colocada para os jurados será "Os denunciantes invejosos devem ser punidos criminalmente?".  A presidência dos júri será alternada entre os professores de Direito Penal Thiago Bottino (FGV) e Antônio Martins (UFRJ). Integram o corpo de jurados magistrados do TJRJ, promotores de justiça, defensores públicos, advogados, jornalistas.  Serviço Júri simulado "O caso dos denunciantes invejosos" Museu da Justiça, Rua Dom Manuel 29, Centro, Rio de Janeiro Terça-feira (28/6)/ quarta-feira (29/6) Horários:  14h às 17h Entrada franca, respeitando a lotação do plenário
27/06/2022 (00:00)
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